Mas eu falo sério. Vê se me erra, cara. O que é que eu te fiz pra você me perseguir desse jeito? Não, espera. Pensando bem, eu não quero ouvir a resposta pra essa pergunta. Começo a achar que eu fiz alguma coisa muito ruim numa vida passada lá na Grécia Antiga, porque só pode ser isso.
O fato é que eu já tô por aqui com essas suas flechas engraçadinhas. Toda vez que você aparece é só dor, decepção, coração partido, enfim, o baile todo. Me faço de boba - sempre -, passo vergonha, passo por todas as fazer de negação e aceitação, pá e bola... Pra dar merda no final. Porque sempre dá merda no final.
Aí quando eu acho que estou me recuperando e está tudo bem... PÁ. Outra flechada. Eu já devo estar que nem o sujeito daquele samba, parecendo táuba de tiro ao álvaro. Por acaso você me usa pra praticar sua mira ou coisa assim?
A questão é que isso tudo só faz mal pra sua reputação, meu amigo. E pra minha sanidade mental. Então vamos fazer um trato? Você fica bem longe de mim voluntariamente, ou juro que contrato um daqueles advogados pra me arrumar uma daquelas ordens de restrição ou sei lá o quê.
Opa, esqueci que você trabalha com flechas e tal
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On other news, o feriado de Carnaval vem aí, o que significa que eu vou ler muitos livros. Vou tentar falar a respeito deles pra sacudir a poeira disso aqui.
Sim, aqui no Brasil não se comemora Dia das Bruxas. Haters gonna hate. Mas É Dia das Bruxas, e como eu prefiro falar sobre Halloween do que falar sobre eleição, o post vai ser sobre Dia das Bruxas e é isso aí.
Fora que Dia das Bruxas sempre é, pra mim, sinônimo de um dos meus maiores guilty pleasures...
Scooby Doo.
Vou dar um minuto pra vocês rirem da minha cara e recuperarem o fôlego.
... pronto?
O fato é que eu adoro Scooby Doo. Adoro mesmo. Não que eu me orgulhe disso. Existem pessoas que fumam socialmente, ou bebem três taças de vinho por dia, ou saem de casa um dia pra estourar a fatura do cartão de crédito. É mais ou menos isso que Scooby Doo representa pra mim. Tirem as suas próprias conclusões sobre meu nível de maturidade, ok?
Fora que, no meu tempo, no Cartoon Network o mês de Outubro era o Mês do Scooby e não o Mês do Ben 10. Claro que isso me irritava litros na minha fase InuYasha quando eu queria MATAR o cretino que inventou as maratonas de Scooby Doo e que me privava de minha dose diária de InuYasha no Toonami. Então como foi que eu comecei a gostar de Scooby Doo? Sabe que nem eu sei? Eu lembro que assistia na 4ª série, aquela coisa, mas não era Oh Meu Deus, Que Amor, até que um dia estava passando na TV, quando eu já tava lá pro 1º ano... E acabei gostando. Aí virou isso. Tenho bonequinhos, tenho gibis, tenho DVDs. Preciso repetir que não me orgulho disso? :T
Acho que é a melhor coisa de Scooby Doo que já foi feita. Falo sério. Mesmo que não curta SD, dê uma chance a essa série nova, porque ela merece. Quando ela chegar aqui, quer dizer (mais uma vez a Wikipedia equivocada. Tsc).
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E já que o assunto é animação, hoje assisti no 8º FICI (Festival Internacional de Cinema Infantil) o excelente "O Segredo de Kells"! :D
Filme de animação indicado ao Oscar no ano passado (foi a "zebrinha" concorrendo com nomes de peso, como "Up", "Coraline" e "A Princesa e o Sapo"), aparentemente teve seus direitos de exibição no Brasil adquiridos pela Imagem Filmes - e nunca foi exibido, ou foi divulgada alguma previsão de estréia. Claro. Provavelmente vai sair - se sair - direto em DVD. Mas entrou na programação do FICI e hoje tive oportunidade de ver.
Enquanto isso, as crianças vão assistir um filme porcaria do Garfield, em CGI e em 3D
No começo, foi um pouquinho difícil me acostumar com a falta de profundidade (o filme busca emular a não-utilização de perspectiva das iluminuras medievais), mas depois que você pega o ritmo da história, nem dá pra se importar. O character design dos personagens é tão simpático e é tudo tão adorável, além de obviamente tratar do Livro de Kells, que é uma das coisas mais lindas que eu já vi e que é em grande parte culpado por eu ser tão louca por arte medieval. Acho que, se faltou alguma coisa no filme, foi na parte do roteiro. Fiquei querendo saber mais sobre o tio de Brendan e o que aconteceu com os pais dele; embora o final não tenha sido de todo insatisfatório, também deixou várias pontas soltas e, a partir de um certo ponto-chave do filme, as coisas parecem correr um pouco rápido demais. Mas, de toda sorte, valeu a pena.
Se puderem assistir, assistam. Mesmo que não chegue aqui no Brasil. Com um pouquinho de força de vontade e com a ajuda do Google, dá pra achar na internet.
Esses dias me peguei relendo O Diário da Princesa e pensando em quanto personagens fictíceos podem causar impacto na nossa vida.
A Mia do Diário da Princesa foi uma das personagens mais presentes na minha adolescência. Quando pus as mãos no primeiro livro, tinha uns 12 ou 13 anos de idade. Mia, de 14 anos e tão socialmente desajustada quanto eu, logo se tornou uma amiga.
Nós crescemos juntas, e falo em termos de idade mesmo. Mia envelhecia comigo. Mas, com o tempo, se tornou alguém diferente do que era antes. Mia não era mais aquela menina que eu conheci. Ela cresceu e se modificou, e nós seguimos caminhos diferentes, como grande parte das amigas de começo de adolescência fazem.
Outro que cresceu comigo foi Harry. Aquele mesmo, o Potter. Acompanhei sua jornada mágica de menino assustado a bruxo poderoso, mesmo que também tenha me chateado com os rumos de sua aventura nos últimos livros e hoje em dia ele não signifique nem metade do que significou pra mim.
Existem vários outros personagens ficcionais que passaram e me marcaram, uns que eu amei, outros que eu amei odiar, aqueles com os quais me identifiquei, casais que eu shippei, ships que eu odiei, aqueles que eu desenhei e sobre os quais escrevi fanfic. Mais cedo ou mais tarde todos passam, como todas as pessoas "de carne e osso" também fazem.
Há quem diga que talvez eu devesse viver mais a minha vida. E pode ser que até estejam certos. Mas esses seres ajudam a me definir, deixando apenas a marca de sua não-presença de tinta, papel, pixels e tudo o mais na minha história.
Ê vidinha sépia, viu... Problema atrás de problema. A gente perde a inspiração pra tudo. Até pra escrever.
A Nathy deve estar fula comigo de tanta pauta da Capricho que eu já perdi. Não que a Capricho se importe com isso, mas enfim!
Arrumei mais uma parte do meu quarto ontem. Dois terços dele já estão com o pó espanado, então acho que nada mais justo do que espanar o pó daqui também. Esse post não será útil nem interessante, mas aí vai uma colagem de coisas.
Semana passada teve Semana Universitária lá faculdade. Ou seja, três dias pra ficar em casa sem fazer nada, mesmo que tenham sido oferecidos inúmeros cursos pra gente fazer na faculdade nesse período. Em minha defesa, eu tinha me inscrito pra dois cursos, mas a faculdade FAIL só dava UM DIA de prazo pra gente pagar o boleto. Resultado: não consegui pagar a tempo, quando as minhas inscrições reabriram os cursos que eu queria estavam todos lotados. Depois disso tudo, nada mais justo que eu ficar em casa.
Ando desenhando pra caramba, mas a maioria das coisas que eu estou fazendo consistem em internas tão internas que ninguém além de mim entende. São meus OCs toscos de Star Trek, de fato. Tão toscos que eu tenho vergonha de expô-los ao mundo e aí fico fazendo quadrinhos de mim para mim mesma.
Consegui reinstalar The Sims 2 no meu computador. Me divirto horrores com meus sims. Acho que meus jogos são até mais proveitosos do que eram antigamente, porque aprendi a criar sims com outras aspirações que não só Família - embora até o presente momento eu só tenha conseguido expandir meu alcance para Família e Conhecimento. É bom brincar de estruturar umas famílias de vez em quando, já que a gente não pode fazer isso de fato na vida real...
Planejo fazer um layout novo pra isso daqui. Bateu a inspiração. Mas não esse final de semana, talvez semana que vem. Tenho prova de Genética segunda e preciso de tempo, paciência e petisquinhos vários antes de me degladiar com o HTML - principalmente agora que não tenho mais Dreamweaver MX, e sim Dreamweaver 8.
O Dreamweaver MX OWNA TOTAL o Dreamweaver 8 - FATÃO.
Me inscrevi pro Circuito Literário da escola. Pari um texto na véspera do prazo de entrega ... Me esquecendo, claro, que o colégio SEMPRE prorroga o prazo de entrega, invariavelmente. Enfim, não posso postar até sair o resultado da seleção da primeira fase, no mínimo - todos os textos inscritos devem ser inéditos. Provavelmente não passarei pra segunda fase, a fase de apresentação. Caso eu não passe, posto o texto aqui. Caso eu passe, posto o texto depois da apresentação final, que deve ser lá pelo começo de Novembro.
E é isso.
Ninguém percebeu que eu estou aqui enrolando pra esperar o download do meu episódio de TBBT acabar...?
A inspiração pra escrever me abandonou completamente.
Acho que é uma daquelas minhas fases de desenhista e não de escritora. às vezes elas aparecem. São um saco, mas que fazer?
Não consigo mais escrever minhas tirinhas, não consigo mais escrever minhas fanfics. Assuntos pro blog passam pela minha cabeça e são rapidamente abandonados quando eu tento fazer deles alguma coisa interessante. Isso me frustra e, pra não bater cabeça, isso aqui vai ficando jogado às moscas.
Deve ser efeito colateral das férias.
Será que eu devo começar a postar uns desenhos aqui? Quem sabe.
- Minha netinha, você pode casar com quem você quiser, viu? - .... - Contanto que não seja comunista. - Oxente, vovô! - É! Acho que eu não iria aguentar se você casasse com um desses... caras de esquerda. Sabe. É como diziam na minha época: a foice é pra matar, o martelo é pra bater o caixão! - .... - Imagina só, imagina se ele inventa de te levar pra Cuba. Uma ditadura, minha filha! Onde papel higiênio é artigo de luxo! Ou pra China, já pensou. Lá não tem nem previdência social! Um absurdo! - .... - Não, não. Eu, se fosse você, procurava um cara direito. - Vovô, o que é comunismo mesmo? - ... Esqueça, minha filha, esqueça. O que é que estão ensinando na escola pra essas crianças hoje em dia, meu Deus?
O texto acima é ficcional. O avô da autora desse blog deixa ela casar com quem ela quiser, embora ela realmente não garanta que ele vá conviver pacificamente com qualquer um.
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Fiquei mó chateada de perder a última pauta da Capricho. Queria muito escrever aquele texto sobre os professores. ;___;
E também não respondi a quem comentou no último post... Embora tenha lido e amado os comentários... Acho que é por isso que eu sou blogueira fracassada, eu sou preguiçosa mór >__> Obrigada a todos vocês! Um dia ou outro eu respondo =***
- A vida não é um negócio engraçado? - ... uhm? - Eu disse: a vida não é um negócio engraçado? - Eu ouvi o que você disse. Mas não sei se esse é assunto pra se discutir no meio do café da manhã. - Digo, é estranho, não? Nós nascemos, sem saber de onde viemos nem para onde vamos. Nos metemos em um mundo maluco que prega a paz mas pratica a guerra e é cheio de pessoas, cada um se achando o protagonista de sua própria aventura cósmica, no meio de uma bola que achamaos que é grande mas não é e que vaga infinitamente no espaço; dizemos sempre que estamos cansados da vida, mas nos agarramos a ela como passageiros que não querem descer do trem... Passamos o tempo todo evitando a morte para morrer no final. Não é engraçado? - Uhum, uhum. Você ouviu o que EU disse? - Ahn? - Nada não. Me passa a manteiga?
Esses dias eu me peguei na casa de minha tia olhando os prédios que cercam a varanda dela. A distância é reazoável, mas como era noite e as luzes estavam acesas, dava pra ver direitinho os apartamentos.
Apartamentos são como mundos fechados em si mesmos. Têm a mesma planta, mas acabam ficando com a cara da pessoa que mora lá. Acho que seria como... uma projeção da individualidade de cada um?
Constatar isso é divertido, mas ao mesmo tempo me deixa triste, não sei porque. Olhar apartamentos, por algum motivo, me traz um sentimento de solidão indescritível.
Vai ver porque são, afinal, mundos fechados em si mesmos.
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Algum de vocês, por acaso, tem um sonho bobinho?
Sonhos bobinhos, ao meu ver, são desejos despretenciosos. Não são grandes o suficiente pra serem "sonhos" nem pequenos o suficiente para serem "vontades".
São, então, sonhos bobinhos.
Meu sonho bobinho é tocar violão.Acho tão bonito quem senta, pega o violão e consegue tocar direitinho todos os acordes, todos os ritmos, todas as músicas.
Recentemente comecei a trabalhar pra realizar o meu sonho bobinho. Minha mãe comprou um violão (ela sabe tocar; mamãe é minha ídola) e de vez em quando eu sento, pego ele e arrisco uns acordes.
A, D, G, A, D, G, A, D, G, E, A, D...
O que é isso? O começo de "Eduardo e Mônica", a única música que eu consigo "tocar", bem devagar e cometendo um mundo de erros.
Não é muita coisa, mas já é algo. Pra o começo de um sonho bobinho, está de bom tamanho.
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Poxa, 11 COMENTÁRIOS no último post? O___O" Tô chocada, sério... Nem esperava tudo isso ^^' Deu trabalho retribuir, mas eu consegui! (Se eu não retribuí, foi porque não consegui comentar no seu blog por algum motivo)
Muitas pessoas pediram pra eu mostrar meus blogs antigos. Nem morta que eu faria isso, mas aí vai um trechinho especialmente selecionado pra vocês entenderem do que eu estava falando:
" Terça-feira, Maio 04, 2004
Êêêêêêêê =D tou recebendo um MONTE d vírus, mas eles NUNCA conseguem me pegar >=D SEUS BOBÕES!!!! >=P nhééé... bem...
[INSIRA AQUI UM TRECHO VERGONHOSO DEMAIS PRA EU POSTAR NESSE BLOG]
Ahhh, ti lindoooo =} (a quem eu tou tentando enganar?) Mudando d assunto... tou pensando em mudar o template... e pra refrescar vcs Ñ vai ser d InuYasha XD hahaha puis é.... fui. "
Entendem agora por que eu tenho vergonha dos meus blogs antigos? Pois é. É por isso.
Acredite, eu dei ctrl + c ctrl + v nessa porcaria. Meus olhos queimam. Eu nunca devia nem ter colocado isso aí.
Mas enfim, todo mundo fez uma besteira ou duas na vida, não?
Então é isso. Beijos e queijos pra vocês, amores :***
Pois é, o ano velho foi, o ano novo veio. Eu poderia ter feito um post longo e reflexivo sobre as várias mudanças da minha vida ao longo de 2008, pressões, blablabla, mas ao invés disso decidi me ocupar enchendo a cara de cooler de pêssego e então estamos todos bem.
O prometido post de cinema ainda vai sair, de um jeito ou de outro, mas esperem sentados.
O layout SM/WW vazou. Por quê? Primeiro porque ele tava começando a cansar minha vista já. Segundo porque muita gente reclamava das pernas gordas da WW. E como eu estava sem saco pra fazer um layout pra cá eu mesma, peguei um pré-pronto. Acho que é mais fácil assim. Obrigada, Blogger.
A verdade é que eu andava pensando esses dias sobre porque eu tinha criado esse blog em primeiro lugar. Era um lugar pra eu me libertar das tensões que eu me auto-impunha ao postar no meu falecido domínio, o Vanilla.
Eu sou uma blogueira muito estressada. Começo solta, postando pra me divertir, e depois começo a me entupir de pseudo-responsabilidades para com o blog. O que acaba me levando a parar de postar. E aí eu acabo mudando de blog.
Estava meio cansada disso. E eu estou chegando num ponto em que preciso me soltar mais de novo. Escrever pelo prazer de escrever. Portanto, não vou ficar esquentando a cabeça com layouts exclusivos e assuntos profundos. Vou falar de profundidades quando eu estiver afim e vou falar de besteiras quando eu estiver afim. Acho que as coisas vão fluir melhor desse jeito.
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Sobre a reforma ortográfica. (Ou seria ortografica? Nem sei mais)
Honestamente, acho tudo isso um saco.
"Unificar a língua"? BOBAGEM. Pra quê? São países diferentes, com culturas diferentes. Não há a menor necessidade de uniformizar o idioma. Até porque a tendência é ele divergir do mesmo jeito. Daqui a alguns anos, esse remendo estará completamente obsoleto de novo.
A língua (Ou seria lingua? Nem sei mais) quem faz não são os gramáticos. (Ou seria gramaticos? Nem sei mais) É o povo. E se o povo diz que é "idéia" e não "ideia", que é "jibóia" e não "jiboia", quero ver qual vai ser o gramático que vai peitar.
Por mim, vou continuar escrevendo errado. O vestibular já passou, que se exploda o que dizem os eruditos, sejam eles gramáticos ou gramaticos.
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Bom, perdi a minha última pauta do TDB porque precisei viajar e agora estou esperando pra saber se vou continuar ano que vem ou não... Provavelmente não, já que minha atuação esse ano, graças ao 3º ano from hell, não foi muito brilhante, mas tudo bem ^^ De toda forma, desejo sorte às meninas que ficarem e às novatas que entrarem. (:
Mudando de assunto...
Vota na minha Cherry?
A Tilibra tá com um concurso pra eleger a nova 3ª Plush Poison, como eu adoro os cadernos da linha, achei que não seria nada mal tentar! ^^
Votem na bichinha, váááá. Ela é tão bonitinha, acreditem, não é papo de mãe coruja não... Comparada com algumas que eu vi por lá, a pobrezinha está bem apanhada.
Acho que é isso por hoje. Fiquem no aguardo pra o post dos filmes (:
Ando sumida por pura falta de assunto, ou por mansidão excessiva.
Minha vida entrou num ritmo tão tranqüilo que nem tenho mais o que dizer.
Acabei oficialmente o Ensino Médio. Não sou mais uma aluna do 3º ano! Não sou mais uma aluna de colégio! Agora nem sei mais o que sou. Estou tendo uma leve crise existencial. É muito estranho não ser mais obrigada a assistir as aulas, é muito estranho ter em mãos de repente essa alegria toda.
Mas a crise existencial é, como eu disse, leve, não perturba o ritmo macio dos meus dias. Estudando, de pouquinho em pouquinho. Ainda tenho segunda fase... Mas tenho muito tempo e muito pouco o que estudar.
Me divertindo, de pouquinho em pouquinho. Tive um ano duro e ninguém é de ferro.
Cuidando da casa, de pouquinho em pouquinho. Dando uma mãozinha pra mamãe.
Dormindo tarde, acordando tarde. Nada é corrido ou apressado. Sinceramente, adoraria que as coisas permanecessem assim. Mas eu tenho consciência de que essa é só a bonança antes da tempestade. Então porque não aproveitar? Já que eu descobri que minha faculdade de psicologia começa dia 26 de janeiro. Lá vou eu vestir um jaleco e fazer experiências com ratinhos. Mágico. (É sério, a gente faz mesmo experiências com ratinhos)
Agora, deixa eu ir aproveitar meu espasmo de felicidade. Vou pro meu quarto, me deitar na minha cama e, idilicamente, vagarosamente, ler meu livro de História da Arte.
O ano está acabando, mas ainda dá tempo para... encontrar a felicidade. Brega? Talvez. Mas é porque muita gente não sabe onde procurar, então passa a vida toda correndo atrás dela. Acha que felicidade é ficar com fulaninho, é ganhar uma bolsa, um carro ou aquela blusa. "Ah, meu Deus, já posso morrer feliz!" Confesso que algumas vezes já pensei assim. Mas agora vejo que não é nada disso. Porque depois que se consegue todas essas coisas, o que resta? Ainda dá tempo de perceber que a felicidade está em sorrir pra alguém e receber um sorriso de volta. Em passar embaixo daquela árvore cheia de flores e aspirar o perfume. Sentir o sol em sua pele, dar risada, se divertir com quem você ama. Dizer às pessoas que você ama que você as ama - é importante! Fazer alguma coisa pra fazer alguém feliz. Está em viver o dia de hoje, sem esquecer de lutar pelos seus sonhos. Uma amiga uma vez me disse que a felicidade é uma questão de escolha e acho que ela está certa. É uma questão de escolher se vamos enxergá-la ou se vamos ficar só atrás da falsa felicidade para depois descobrir que vivemos uma vida vazia. Abra os olhos. Você ainda tem tempo. Nunca é muito tarde pra se descobrir que é feliz.
------------------------- Num momento off, "o ano está acabando, mas ainda dá tempo pra" escrever as pautas do TDB. Não sei se vou continuar ano que vem, não sei como é esse esquema, mas amei de coração cada pauta que escrevi, cada e-mail da Nath que recebi. As poucas vezes que postei na comunidade do orkut - olha a vestibulanda sem vida aí, gente. Adorei a oportunidade de escrever. E, se realmente não voltar ano que vem, vou sentir muita, muita falta do TDB.
Por falar em vestibular, fiz minha primeira prova da Universidade Foderal Federal da Bahia hoje. Amanhã faço a segunda. Vamos ver se eu passo ou não, façam suas apostas! (Ah, sim, e meu bode do último post passou. Tenho a impressão de que era TPM, mesmo que eu não sofra de TPM o pensamento é uma boa desculpa, então tudo bem. Estou com dois rascunhos de posts arquivados aqui e qualquer dia eles saem.)
Coisas importantes se avolumam nas minhas costas. Faltam algumas horas pra uma delas. Faltam alguns dias para a outra. E meu estômago parece despencar sempre que eu penso nas duas.
Ansiedade é um dos piores sentimentos que existem. Aquela agonia, aquele nó que dá nos seus órgãos internos. Aquele enjôo que te faz querer vomitar sem realmente vomitar, sabe como?
Que seja. Estou uma pilha de nervos. Muito provavelmente nada que eu estou escrevendo aqui faz muito sentido. Tem alguma coisa a ver com aquela história da adrenalina caindo no sangue. Meu professor de Biologia disse que é e eu acredito nele.
Não estou em condições de duividar de mais nada e nem de mais ninguém.
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Ah, droga. Estou incomodando todos vocês de novo, né? pelo menos agora vocês já sabem porque eu não estou mais aparecendo por aqui. Não tenho espírito pra escrever nada engraçadinho, cabeça pra discorrer sobre nada sério e nem criatividade pra pensar nas pautas da Capricho.
Por falar em Capricho, acho que não custa nada agradecer à Nath pela chance que ela me deu, também às pessoas que leram e disseram que estava bom. Me chamem de besta ou de exibida, que seja.
Ando meio depreciativa esses tempos também. Numa daquelas minhas fases em que eu me acho um verdadeiro lixo andante, pra intenso desgosto da minha mãe e de todas as pessoas que insistem que eu deveria melhorar a minha auto-imagem... novamente, que seja. Não posso olhar pro espelho, de uma hora pra outra, me achando maravilhosa. Não é assim que funciona.
Mas por que eu ainda estou incomodando vocês?? Deixa eu ir embora, não quero que mais ninguém se deprima por minha causa.
Passei um mês fora, mas é porque minha nave-mãe me avisou que ia ter que me levar pra resolver umas coisas por uns tempos. Eu bem que tentei dar um telefone-casa, mas nem rolou. Aí tive que passar uma temporada lá nos anéis de Saturno (alta estação, um pavor, ainda por cima com essas conversas da Terra acabar, já viu né? Pra onde é que vai a minha missão se os cientistas transformarem o planeta num buraco negro?). Mas agora estou de volta, com fé, firme e forte.
Brincadeiras à parte, minha vida anda complicadinha. Com a UFBA se aproximando e sorrateiramente eclipsando todos os outros aspectos da minha vida, começo a, pelo que parece ser a primeira vez no ano, entrar ligeiramente em pânico.
Eu quero muito entrar na faculdade. Não gostaria de passar por nada do que eu estou passando esse ano de novo. Não quero ir fazer cursinho. É o que eu menos quero no momento. E, por mais que a concorrência do meu curso seja baixa, a minha inabilidade completa na área de exatas está começando a se tornar o grande calvário da minha existência.
Rabisquei bem uns três posts pra cá e acabei largando todos no meio; o sentimento de "merda, estou deixando o blog de lado" batia por cinco minutos e acabava sendo empurrado pra debaixo do tapete, até que cheguei ao ponto de não postar simplesmente por "não ter nada de bom pra dizer".
Eu queria ter coisas boas pra dizer. Queria poder falar que estou trabalhando, que estou desenhando, que estou pintando, que estou tentando vender minhas coisas. Mas não posso porque nada disso está acontecendo. Ao invés disso, tenho testes, provas, testes, banca, provas, ENEM, aulas à tarde, testes, provas e, às vezes, aula de desenho, onde eu estou fazendo desenho de observação - adivinha? - pra prova prática de segunda fase da UFBA.
Deus me perdoe, mas o inferno deve ser algo bem parecido com um 3º ano permanente. Nesse exato momento, minha cabeça está doendo pra chuchu, porque tive que enfiar nela, em duas horas, o assunto de mais ou menos três semanas de aula. Certo, pode ser irresponsabilidade minha sim, mas o fato é que eu não nasci pra vida acadêmica. Eu gosto de trabalhar, gosto mesmo. E, ainda assim, tenho que ficar presa a esse esquema inútil e idiota que é o nosso sistema educacional.
E, nesse meio tempo, arrumei tempo pra ficar gripada e pintar o cabelo de azul.
A cor nova do meu cabelo é um capítulo à parte. Pode parecer estranho eu escolher uma cor tão... pouco ortodoxa pra pintar, e muita gente me pergunta por quê. A resposta é simples, não existe nenhuma razão mirabolante: eu acho cabelo colorido bonito e pronto. Agora, a experiência de ir pras ruas e pra escola com uma cor dita louca na cabeça é papo pra outro post. Esse daqui já tá comprido demais.
Mudando totalmente de assunto, eu saí no Leia + da sessão "Tudo de Blog" da Capricho! Realmente eu não esperava sair!
...E eu sei que vai ter um espírito de porco que vai pensar "ah, foi só o link e não o texto todo, mas NÃO IMPORTA porque significa que meu texto é bom o bastante pra ser indicado pras leitoras da Capricho, é uma sensação muito legal, muito mesmo e eu estou super feliz! (:
E mais uma vez mudando totalmente de assunto, estou fazendo um layout novo pra cá. Esse do Scooby-Doo já deu o que tinha que dar, tadinho, nem eu aguento mais olhar pra cara dele. O novo já está em fase de "templatização". Lá vou eu trabalhar com meu amiguinho HTML! (não se queixa, Gabriela, não se queixa, Gabriela, não se...)
Deixa eu ir trabalhar nele então, que eu ainda tenho que estudar hoje! >x< Se ficar pronto rápido o que provavelmente não vai acontecer eu posto ele ainda hoje.
EDIT: Prontinho, fazer o layout foi mais rápido do que eu imaginava. No conteúdo, não mexi de maneira muito radical, só fiz retocar algumas coisas lá no perfil, tirar links antigos e colocar uns novos, essas coisas.
Gostei dessa versão XD A imagem é fofinha, mesmo minha mãe tendo me dito que as pernas da Mulher Maravilha estão muito gordas - a culpa é de quem desenhou e não minha, eu só fiz recolorir a imagem. Minha relação com a DC é estranha. Posso dizer que sou uma noob de quadrinhos americanos - não sei nada deles, não entendo, nem faço questão de correr atrás de todas as trezentas crises pra começar a entender. Ainda assim, eu futrico de ousada. Por quê? Ora porquê. Porque Superman/WonderWoman é um dos meus shippers, óbvio! (Eu preciso parar com essas coisas de fandom. Quando eu vicio em um, fico tão chata que nem eu me aguento)
No final, com tantas barras brancas, pode ter acabado meio poluído visualmente - especialmente pra galera que tem resolução grande no computador, mas eu prefiro fazer meus lays na velha resolução 800x600 mesmo (mesmo a minha sendo maior) porque assim eu não estupro a tela de quem ainda tem resolução pequena no computador. Sei que hoje em dia não é quase ninguém, mas de qualquer maneira acho um sacrifício muito menor lidar com o tile se repetindo ali do lado do que ficar rolando barra de rolagem pra conseguir ver o layout todo.
Espero que tenham gostado (: E espero que esse sobreviva por tanto tempo quanto o do Scooby-Doo...
Se eu estou procurando emprego? Não, não. por enquanto não Essas são só aquelas coisas sobre mim que eu acho que as pessoas deviam saber... Mas ninguém nunca se dá ao trabalho de perguntar.
Eu sou viciada em abraços. Não saio abraçando compulsivamente os outros, claro, mas abraço o quanto posso quem eu posso abraçar.
Gosto de coisas que brilham no escuro. Meu teto é cheio de estrelinhas fosforescentes, e minha diversão maior antes de dormir era fechar o blackout da cortina, me deitar na cama e olhar pra cima. (ultimamente eu não faço mais isso, porque despenco na cama sem nem pensar em nada, mas de um jeito ou de outro é um hábito que eu quero retomar)
Adoro viuvinhas (insetinhos também conhecidos como soldadinhos). Volto andando pra casa, e na minha rua tem umas árvores que são cheias de viuvinhas. Uma das coisas que gosto de fazer é parar embaixo da árvore e olhar pra cima - elas não são muito altas - pra ver se encontro alguma viuvinha entre as folhas. (Não sabe mesmo o que é uma viuvinha/soldadinho? Foto aqui.)
Também gosto de joaninhas, mas me chateio porque elas são muito mais difíceis de encontrar.
Manias tenho três: arrancar fios de cabelo rebeldes, tirar cílios caídos e apanhar pros outros coisas deles que caem no chão.
Sabores favoritos de sorvete são baunilha ou menta com chocolate, mas nunca os dois juntos. Sorvete com pedacinhos é muito bom (tipo pedacinhos de chocolate como naquele novo do Mc Donald's)
Duas coisas que eu acho sexy: cheiro de maçã madura (especialmente se a pessoa come arrancando os pedaços da maçã e fazendo aquele barulhinho) e chocolate amargo, especialmente com pedacinhos de avelã, amêndoa, essas coisas.
Aliás, eu adoro comidas com texturas interessantes. Como lula, que parece borracha, e aquelas coisas que fazem "ploc" na nossa boca quando a gente come, como os tais pedacinhos de sorvete e amendoim (inteiro, de preferência).
Por falar nisso, fico imaginando como seria a textura, a consistência de uma coisa só olhando pra ela, como aqueles amortecedores de tênis. Às vezes eu não resisto e peço à pessoa pra pegar no amortecedor, mas na maioria das vezes acabo me frustrando, porque imagino os amortecedores como coisas macias e eles são em geral muito duros.
Nunca fui tiete de nenhuma banda. Já gostei muito de várias músicas da mesma banda, mas nunca cheguei à adoração explícita.
Em compensação, tenho uma facilidade impressionante pra me apaixonar por personagens que não existem de verdade e projetar meus sonhos e frustrações em casais igualmente irreais. Eu sou absolutamente viciada em fandoms.
Minha memória é péssima para a maioria das coisas. Eu tenho uma tendência a esquecer tudo (ou quase tudo).
Rio sozinha com as bobagens que eu mesma invento, mas rio ainda mais se eu conto pra alguém e essa pessoa ri comigo.
Me prendo a todos esses pequenos detalhes da vida, que na maioria das vezes passam despercebidos para todas as pessoas normais.
E perco meu tempo escrevendo listas enormes que ninguém vai ler.
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Pronto, tirei o texto da obsessão do topo da página! Foi muito bom escrevê-lo, mas no final eu acabei não gostando muito do resultado e pá P:
Os pássaros brilham, o Sol canta, o céu está verde, e a grama azul.
Saltito pelas pedrinhas e chuto ruas pelo meu caminho. Pulo, toco no chão e piso com estrondo no teto.
... Feliz hoje, dá pra perceber? (: Estou de cabeça virada. E ainda por cima comi chocolate amargo em excesso. Ou seja, pode apostar que eu estou completamente bêbada.
Minha vida anda parecendo uma montanha-russa. Cheia de emoções fortes, e altos e baixos. A verdade é que eu nunca andei de montanha-russa, tenho medo.
Ela virou-se para ele que, deitado ao seu lado, parecia absolutamente perdido em seus próprios pensamentos. - Eu achei que você tinha parado de escrever. Ele virou-se bruscamente, com aquele mesmo olhar indecifrável. Saber o que estava pensando, se estava triste, feliz, era algo quase impossível. - Por que eu pararia de escrever? Hesitou. Sentiu seu rosto esquentar. - Bom, não sei... É tudo tão estranho. Você me pareceu tão diferente de antes. Meio, ah, desiludido da vida. Ele riu. Uma daquelas risadas curtas, que se confundem com um muxoxo ou uma interjeição. Ela não sabia dizer. Ele era todo uma grande incógnita. - Meu amor, a essa altura desiludidos não estamos todos? Uma grande incógnita que ela não podia deixar de amar.
------------- Este projeto de conto é puramente ficcional. Qualquer semelhança com pessoas e fatos reais é mera coincidência.