sexta-feira, 28 de setembro de 2007

A respeito da minha classificação como escritora

Eu sou contista. Não roteirista. Se você quer falas puras e impessoais numa folha de papel, não conte comigo, a minha imaginação hiperativa me impede. Eu tenho a necessidade, pura e simples, de arquitetar tudo na minha cabeça - a cena toda.

Será que eu recebi algum tipo de reconhecimento pela dedicação, pelo trabalho monstruoso que foi escrever o texto, praticamente varando a noite a fim de terminar o trabalho? Claro que não. Além de tudo, dizem que eu fiz a coisa toda errada. Aparentemente, roteiristas devem se ater ao roteiro, e não deixar o seu lado contista romancear a coisa toda. Você deve deixar isso pros atores, óbvio. É a coisa mais elementar.

Eu, infelizmente, nunca aprendi nada relativo a teatro, e portanto não sei nada a respeito.

Mas quem liga? Sou contista. Não roteirista. Encare isso.

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Minha vida anda um saco. Ando naquela brincadeira de trabalho, trabalho, trabalho. Sinceramente, não vejo a hora desse inferno acabar.

Amanhã, graças a Deus, vou ter um pouco de céu depois do mais fundo do inferno.

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